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A prática material está no centro da forma como penso e crio. Por meio de experimentações manuais com resíduos, elementos naturais e materiais muitas vezes negligenciados — como pó de aço, aparas de madeira e folhas secas — investigo como a matéria pode carregar significado. Esses estudos se desenvolvem tanto como processo quanto como proposição: uma pesquisa tátil sobre as dimensões sensoriais, simbólicas e ambientais dos materiais. A série de papéis magnéticos, as pigmentações induzidas pela ferrugem e os experimentos com polpa reciclada refletem uma abordagem em constante evolução, na qual o fazer se torna um método de investigação.

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